Gerador de senhas
Uma senha diferente para cada conta, criada no seu próprio navegador. Não passa por nós nem por ninguém — não há sequer para onde a enviar.
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Escolha o comprimento e o que entra nela. Cada vez que mexer, sai outra.
— · · a adivinhar às cegas, a cem mil milhões de tentativas por segundo:
Calculada aqui no seu navegador, como a senha. Serve para sistemas que lhe peçam um hash — não é a forma de guardar uma senha.
Em letra grande e de quatro em quatro, para a escrever noutro sítio sem se perder — ou soletrada, para a ditar ao telefone.
Calculada aqui no seu navegador, como a senha. Serve para sistemas que lhe peçam um hash — não é a forma de guardar uma senha.
Quatro ideias, e nenhuma delas é trocar o «a» por «@»:
Quem oferece um gerador de senhas tem de ser o primeiro a não lhes tocar. Sem rodeios:
Não. É criada dentro do seu navegador e só existe aí. Não é enviada para nós, não é escrita em base de dados nenhuma e não fica em registo nenhum. Se fechar a página sem a copiar, desaparece — e nem nós a conseguimos recuperar.
A página usa o gerador criptográfico do próprio navegador — o mesmo que gera as chaves das ligações seguras. Não usamos o gerador comum, que é rápido e previsível: quem vê alguns resultados seguidos consegue calcular os seguintes. Se o seu navegador não tiver o gerador criptográfico, a página recusa-se a gerar em vez de arranjar um remendo que ninguém veria.
Dezasseis caracteres é um bom sítio para começar, e é o que esta página propõe. Para o que interessa mesmo — o e-mail principal, o painel de hospedagem, o banco — vale a pena ir aos vinte ou mais. Como não é para decorar, o comprimento não lhe custa nada.
Ajudam, mas o comprimento ajuda mais. Uma senha longa só com letras e números pode ser mais difícil de adivinhar do que uma curta cheia de símbolos. Se o sítio onde a vai usar recusar símbolos, desligue-os aqui e acrescente dois ou três caracteres.
Porque muitos sistemas não aceitam certos símbolos. Os que aqui usamos são os que quase toda a gente aceita: ficaram de fora as aspas, a barra, a crase e o espaço, que são os que costumam partir formulários e ficheiros de configuração. Se mesmo assim for recusada, desligue os símbolos e faça a senha mais comprida.
Num gestor de senhas — o do navegador serve, e há programas dedicados. É o único modo realista de ter uma senha diferente em cada sítio. O que não vale a pena é um papel debaixo do teclado nem um ficheiro chamado «senhas» no ambiente de trabalho.
Trocar a senha por rotina, de três em três meses, já não é recomendado: leva as pessoas a fazerem pequenas variações da mesma senha, o que piora tudo. Mude-a quando houver razão — uma fuga de dados no serviço, um computador partilhado, uma suspeita.
É a única regra que não vale a pena quebrar. Quando um serviço qualquer é assaltado, as senhas roubadas são logo experimentadas no e-mail, no banco e no painel de hospedagem de toda a gente que lá estava. Gere outra: demora um segundo.
Chega para o que ela pode fazer, que é resistir a quem a tenta adivinhar. Não protege de uma senha escrita num site falso nem de um computador com um programa a ler o teclado. Por isso é que existe a autenticação de dois factores — e vale a pena ligá-la na sua conta.
Não a temos para lhe dar: as senhas ficam guardadas de forma a que nem nós as possamos ler. O que há é como definir uma nova — a nossa base de conhecimento tem o passo a passo para o painel de cliente, para o cPanel, para o Plesk e para as contas de e-mail.
É o hash: um resumo de tamanho fixo calculado a partir da senha, do qual não se volta atrás. Serve quando um sistema lhe pede um hash em vez da senha. O que ele não é: a forma correcta de guardar senhas. Para isso usam-se o bcrypt ou o argon2, que são propositadamente lentos e juntam um «sal» diferente a cada senha; um SHA-256 seco é rápido de mais e a mesma senha dá sempre o mesmo resultado, o que deixa atacá-lo com tabelas já feitas. A impressão digital é calculada no seu navegador, tal como a senha — não passa por nós.
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